Bom, finalizado mais um livro, não tenho como deixar de comentá-lo e apresentar alguns trechos interessantes.
Eu sou o mensageiro é um livro de Markus Zusak (o mesmo autor de A menina que roubava livros), que traz a história de um rapaz de 19 anos. A linguagem é fácil, com gírias, palavrões, típico da idade e do meio dele. É divertido e no desenrolar da história, ele começa a receber algumas missões para cumprir escritas em cartas de baralhos e nem ele sabe o que fazer com isso, mas vai descobrindo. De divertido, o livro passa a tocar o coração.
Claro que não vou contar o final (que é maravilhoso). Mas o que fica do livro é: Quantas vezes a vida nos dá as cartas e quantas vezes sabemos o que fazer com elas? Será que entendemos as mensagens subentendidas? Vamos atrás dos nossos objetivos? Percebemos nossas mudanças e a mudanças que causamos nos outros? Precisamos de cartadas finais?Algumas passagens:
A gente pode até inventar desculpas pras coisas, mas acreditar nelas, não.
O negócio aqui é outro: (..) pequenas coisas que são grandes
As vezes as pessoas são bonitas. Não pela aparência física. Nem pelo que dizem. Só pelo que são.
Geralmente passamos a vida acreditando em nós mesmos. “Eu to bem”, dizemos. “Tá tudo bem”. Mas as vezes a verdade pega no pé e não tem santo que faça desgrudar. É aí que percebemos que as vezes ela nem chega a ser uma resposta, mas sim uma pergunta.
Talvez todos possam superar seus próprios limites de capacidade.
Talvez todos possam superar seus próprios limites de capacidade.
É isso aí. Quer entender mais deste post? Leia o livro.....
